O nome da música é Convite do Compadre. Daí eu dei uma fantasiada, e inventei o grupo fictício Quadra da Comu. Nada disso existe, claro... Ficou, no mínimo, intrigante, mas a música é um partido alto muito bem feito pelo Jorge.
Mostrando postagens com marcador músicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador músicas. Mostrar todas as postagens
domingo, janeiro 04, 2009
Mestre Jabuticaba e o Partido Alto de Jorge Ferreira
Fiz uma brincadeira com um samba improvisado pelo tio Jorge, padrinho da Manu, debutando como compositor por motivos de pressão maior. Estreando o gogó de ouro de Jabuticaba, "Botando Pá Quebrar", que é a minha imitação da voz do meu pai aliada a um sotaque alcoólico de puxador de samba. O nome do intérprete fictício é uma paródia em homenagem ao eterno Jamelão. Revelo-lhes a minha vertente secreta do samba de raiz, totalmente desafinada :P :P
O nome da música é Convite do Compadre. Daí eu dei uma fantasiada, e inventei o grupo fictício Quadra da Comu. Nada disso existe, claro... Ficou, no mínimo, intrigante, mas a música é um partido alto muito bem feito pelo Jorge.

O nome da música é Convite do Compadre. Daí eu dei uma fantasiada, e inventei o grupo fictício Quadra da Comu. Nada disso existe, claro... Ficou, no mínimo, intrigante, mas a música é um partido alto muito bem feito pelo Jorge.
sexta-feira, maio 02, 2008
Mulher Jangadeira
Eu danço na areia
Dos rios de ouro
De leitos de barro
Água que corre na beira
Mulher jangadeira
Tem os pés descalços
Ê, é cacimba de Eira
Ê, são segredos de mar
Sacode, sacode, ribeira!
Feito sereia eu desço
Pois não tenho medo
Nem de Caninana
Vou de peixeira e terço
São meus adereços
De guarda e de calma
Oi, são panos modestos
Que uso de vestes
Mas tenho o perfume
Que a mata me cede
Sou tipo rasteira
Ninguém me domina
Que eu sou Jangadeira
Sacode, sacode, ribeira!

Dos rios de ouro
De leitos de barro
Água que corre na beira
Mulher jangadeira
Tem os pés descalços
Ê, é cacimba de Eira
Ê, são segredos de mar
Sacode, sacode, ribeira!
Feito sereia eu desço
Pois não tenho medo
Nem de Caninana
Vou de peixeira e terço
São meus adereços
De guarda e de calma
Oi, são panos modestos
Que uso de vestes
Mas tenho o perfume
Que a mata me cede
Sou tipo rasteira
Ninguém me domina
Que eu sou Jangadeira
Sacode, sacode, ribeira!
quarta-feira, março 26, 2008
Coração de Papel
Queria sinceramente entender esse Coco, da Dona Cila do Coco.
A senhora do Engenho do Bom Jardim
Mandou um carro pra mim com dois botões
No sereno tem gente que está roendo
Amanhã vai morrer do coração
Coração, coração
Ele não é de papel
Estou cantando este Coco
Em homenagem a Michel
Michel, Michel,
Cabeça de papel
Entra Michel pra comer papel
A senhora do Engenho do Bom Jardim
Mandou um carro pra mim com dois botões
No sereno tem gente que está roendo
Amanhã vai morrer do coração
Coração, coração
Ele não é de papel
Estou cantando este Coco
Em homenagem a Michel
Michel, Michel,
Cabeça de papel
Entra Michel pra comer papel
terça-feira, março 11, 2008
Nega Panela
(Rodrigo Santiago e Manu Santos)
Nega Panela batendo canela
No samba crioulo de Dona Sinhá
Traz os quitutes em potes de lata
Fazendo os quindins, os quindins de Iaiá
Nega que canta, balança
Com todos os doces no colo de Sol
Levando cocada na prata, imitando ganzá
Contando da nova iguaria
Que vem confeitada de favos de mel
Fazendo os balagandans, remelexos
E breques-te-breques no chão
Nega que empina a moringa
Na ponta dos dedos e inventa refrão
Não pára, repara
Que eu gosto de ouvir o teu som
De cuias, cumbucas e dos tabuleiros
Batendo na colher de pau
Fazendo os balagandans, remelexos
E breques-te-breques no chão

A gravação em voz e violão está aqui:
Nega Panela (mp3)
Qualidade baixa e sem produção, só pra ficar o registro.

Nega Panela batendo canela
No samba crioulo de Dona Sinhá
Traz os quitutes em potes de lata
Fazendo os quindins, os quindins de Iaiá
Nega que canta, balança
Com todos os doces no colo de Sol
Levando cocada na prata, imitando ganzá
Contando da nova iguaria
Que vem confeitada de favos de mel
Fazendo os balagandans, remelexos
E breques-te-breques no chão
Nega que empina a moringa
Na ponta dos dedos e inventa refrão
Não pára, repara
Que eu gosto de ouvir o teu som
De cuias, cumbucas e dos tabuleiros
Batendo na colher de pau
Fazendo os balagandans, remelexos
E breques-te-breques no chão
A gravação em voz e violão está aqui:
Nega Panela (mp3)
Qualidade baixa e sem produção, só pra ficar o registro.
sexta-feira, setembro 22, 2006
Estrelas de Sexta
Surge luz do mar azul às cinco da manhã
Com céu claro para te encontrar
Bate a brisa no meu rosto, os passarinhos
Me contam segredos sobre o dia
Que está pra chegar
Desço a alameda lá da Gávea
Os ponteiros giram com a saudade a me apertar
Não demora muito e eu te vejo
Nas areias de ipanema com um sorriso
Só pra me encantar
Eu gosto tanto de você que preparei essa canção
O meu amor tem no sorriso um brilho
E o beijo que me faz
Sonhar o dia inteiro
Ele me leva pelo ar
Com aquele abraço firme
e com aquele olhar
Que me faz ver estrelas
Essa
foi feita em um dos nossos primeiros encontros
Ela tava lá, com aquele brilho no olhar,
E os abraços eram tão apertados
Que um moleque passou com os amigos e disse
"Se eu estivesse aqui com a minha mina
Seria como, na areia? só assim, ó"
Morremos de rir, e ao subir na pedra do arpoador
Ela ficou com um medo enorme de cair
Eu, o super-herói, segurei sua mão
Mas quase que não adiantou
Então, resolvemos descer
Beijamos, beijamos e beijamos
Debaixo daquele sol quente de Ipanema
eu me lembro dos detalhes e do telefonema
Que ela recebeu de seu pai
Querendo saber onde estava
Ela estava ali, comigo, numa sexta-feira pela manhã
Com os beijos que me fizeram sonhar o restante da tarde
Estávamos tão radiantes e tão felizes
Quanto o sol que veio nos saudar
Luminosos, como duas estrelas
E com todo o calor que as estrelas têm pra dar

Música que compus para o nosso segundo encotro :)
Colocarei o áudio aqui, em breve.
Relembrando: Quarta que vem é a última apresentação. Depois disso, quem não foi no Letras, "perdeu". Mas aí já vai rolar a de Outubro, né? Mais detalhes nos próximos dias :)
Com céu claro para te encontrar
Bate a brisa no meu rosto, os passarinhos
Me contam segredos sobre o dia
Que está pra chegar
Desço a alameda lá da Gávea
Os ponteiros giram com a saudade a me apertar
Não demora muito e eu te vejo
Nas areias de ipanema com um sorriso
Só pra me encantar
Eu gosto tanto de você que preparei essa canção
O meu amor tem no sorriso um brilho
E o beijo que me faz
Sonhar o dia inteiro
Ele me leva pelo ar
Com aquele abraço firme
e com aquele olhar
Que me faz ver estrelas
Essa
foi feita em um dos nossos primeiros encontros
Ela tava lá, com aquele brilho no olhar,
E os abraços eram tão apertados
Que um moleque passou com os amigos e disse
"Se eu estivesse aqui com a minha mina
Seria como, na areia? só assim, ó"
Morremos de rir, e ao subir na pedra do arpoador
Ela ficou com um medo enorme de cair
Eu, o super-herói, segurei sua mão
Mas quase que não adiantou
Então, resolvemos descer
Beijamos, beijamos e beijamos
Debaixo daquele sol quente de Ipanema
eu me lembro dos detalhes e do telefonema
Que ela recebeu de seu pai
Querendo saber onde estava
Ela estava ali, comigo, numa sexta-feira pela manhã
Com os beijos que me fizeram sonhar o restante da tarde
Estávamos tão radiantes e tão felizes
Quanto o sol que veio nos saudar
Luminosos, como duas estrelas
E com todo o calor que as estrelas têm pra dar
Música que compus para o nosso segundo encotro :)
Colocarei o áudio aqui, em breve.
Relembrando: Quarta que vem é a última apresentação. Depois disso, quem não foi no Letras, "perdeu". Mas aí já vai rolar a de Outubro, né? Mais detalhes nos próximos dias :)
sexta-feira, junho 30, 2006
Emmanuele Santos - Gracias a la Vida
Experimentando um novo recurso aqui. Clica no play da parada :)
Saca também essa poesia:
Toque
Tuas mãos foram tão minhas
E minhas mãos foram tão tuas
Que quando orei a Deus
Em agradecimento pelas tuas
Já não sabia de quem era
As mãos que as minhas tocavam
Porque, ao me tocar,
Deste-me tantas chaves
Que as respostas encontradas
Tornaram-se enigmas
E percebi serem as portas que conheço
Tão poucas, que me fizeram
Sentir-me um total ingênuo
Quando se tocam nossos lábios
Falam-se com muitos significados,
Texturas, gostos, sons,
E um ritmo, só seu e meu
Ao mesmo tempo sentimos
Tudo o que há para saber
E mesmo assim, aturdidos,
Esperamos um dia compreender
Toda a mágica que há entre mim e você
Saca também essa poesia:
Toque
Tuas mãos foram tão minhas
E minhas mãos foram tão tuas
Que quando orei a Deus
Em agradecimento pelas tuas
Já não sabia de quem era
As mãos que as minhas tocavam
Porque, ao me tocar,
Deste-me tantas chaves
Que as respostas encontradas
Tornaram-se enigmas
E percebi serem as portas que conheço
Tão poucas, que me fizeram
Sentir-me um total ingênuo
Quando se tocam nossos lábios
Falam-se com muitos significados,
Texturas, gostos, sons,
E um ritmo, só seu e meu
Ao mesmo tempo sentimos
Tudo o que há para saber
E mesmo assim, aturdidos,
Esperamos um dia compreender
Toda a mágica que há entre mim e você
Assinar:
Postagens (Atom)